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Regulação

STF retoma julgamento sobre IPTU com alíquota definida pela área do imóvel

Corte analisa recurso de Chapecó contra decisão de agosto que considerou inconstitucional esse tipo de cobrança.

Redação REVVOSRedação REVVOS
16 out 2026, 20:472 min de leitura
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Brasilia: Supreme Federal Court of Brazil.
Brasilia: Supreme Federal Court of Brazil. Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Em resumo
  • O STF retomou nesta semana a discussão sobre o uso da área do imóvel na cobrança do IPTU, em julgamento previsto até sexta-feira (9), segundo o g1.
  • A Corte analisa embargos de Chapecó (SC) contra decisão de agosto. O resultado pode manter, modificar ou limitar os efeitos daquela decisão.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta semana o debate sobre os limites do uso da área dos imóveis no cálculo do IPTU, de acordo com levantamento do g1 Economia. O julgamento está previsto para seguir até sexta-feira (9).

Os ministros examinam embargos de declaração apresentados pelo município de Chapecó (SC). O recurso é contra a decisão de agosto que declarou inválida a cobrança de IPTU com alíquota calculada pela metragem do imóvel.

Segundo o g1, o julgamento dos embargos pode manter, modificar ou limitar os efeitos da decisão anterior.

O peso do imposto para as prefeituras

O tema mexe com uma das principais fontes de receita arrecadadas diretamente pelas prefeituras. De acordo com o g1, que cita dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), 5.393 municípios com dados disponíveis declararam ter arrecadado juntos R$ 81,8 bilhões com IPTU no ano passado.

Só as capitais responderam por R$ 38,5 bilhões desse total, ainda segundo o levantamento. O g1 observa que o valor inclui toda a receita do imposto e não permite identificar quanto foi arrecadado por regras.

Leitura REVVOSInterpretação da redação a partir dos fatos acima

Para quem tem imóveis de temporada, o IPTU é custo fixo que entra na conta de rentabilidade. Vale acompanhar o desfecho dos embargos e verificar, na legislação do município onde o imóvel está, se a alíquota depende da metragem. Se depender, a decisão do STF pode alterar a forma de cobrança local.

Fontes e método

✓ Fatos conferidos com a fonte original pela checagem da Redação REVVOS. O trecho “Leitura REVVOS” é interpretação da redação.

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